Santificai-vos

tsubo“Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra.” (2Tm 2:21)
 

Santificar-se significa separar-se de coisas impuras. Se você têm acompanhado as minhas postagens, deve ter percebido que a santificação é uma das maiores preocupações nas minhas pregações. Não porque eu seja um fanático, estressado, detalhista, ou sensacionalista, e sim porque simplesmente a Bíblia nos ensina:

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14)

 

Assim sendo, a santificação é um assunto vital para todos os que almejam encontrar com o Senhor. Peço aos nossos irmãos e leitores a nunca pensarem como motivo de tropeço, as advertências e admoestações dadas pelo Senhor através de seus discípulos e profetas; ao contrário, recebam como palavras de grande amor para o desenvolvimento na fé de todos os que buscam a perfeição em Cristo.

 

Já tratamos neste blog vários estudos sobre falsas doutrinas e como nos prevenirmos delas. Doutrinas e práticas estranhas ao evangelho que recebemos tem invadido não só o lar de alguns irmãos, mas até os púlpitos de igrejas. O inimigo prepara armadilhas, e todas elas bem camufladas. Não podemos ser ingênuos quando se trata deste assunto. Se o crente não se santificar, ele perde noção do que é sagrado e, consequentemente irá profanar assim como fez Esaú (cf. Hb 12:16).

 “Ao meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o imundo e o limpo.” (Ez 44:23)

 

Outro assunto que devemos prestar bastante atenção é quanto à “apostasia”. Aquele que não se santifica, corre grande perigo de se apostatar*. A salvação que recebemos não deve ficar estagnada, mas deve ser desenvolvida. Lembre-se do que aconteceu com aquele servo que recebeu um talento do seu senhor e devolveu o mesmo talento (Parábola dos talentos Mt 25:14-30).

*Apostatar = Abandonar, abjurar a religião, a doutrina que professava, renunciar aos princípios em que acreditava; desertar.

“[…] Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2:12)

 

Já está provado que a tolerância ao paganismo é desastrosa. Qualquer tentativa de misturar o cristianismo com o paganismo resulta em zombaria da parte do i nimigo. Nisto a Bíblia é clara:

“Que harmonia, entre o Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (2Co 6:15)

 

O problema é que muitas vezes, aos olhos carnais, o maligno pode parecer benigno; o crente pode parecer conservador ou atrasado; e o incrédulo livre e moderno; e assim, os mais incautos são enganados.

 “Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei” (2Co 6:17)

 

Vivemos na época do “politicamento correto”. O cristão deve ter o bom senso de entender que nem tudo que é correto neste mundo é correto perante os olhos do Senhor, nosso Deus; e vice-versa. Tal é o caso do ecumenismo. Certa vez, o Senhor Jesus repreendeu severamente a Pedro por ele pensar da maneira “politicamente correta”. Faltou a Pedro se santificar; ou seja, se abster totalmente de pensamentos humanos e ter a mente de Cristo (1Co 2:16). Pense bem nisto:

“Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens. “ (Mt 16:23)

 

 

Todo cristão tem que ter postura:

É de costume dizer “Deus em primeiro lugar” no sentido de que há o segundo lugar, terceiro e assim sucessivamente para finalidades mundanas. Não basta por as coisas do Senhor em primeiro lugar apenas como obrigação e logo depois correr para o mundo.

 

“Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá bosas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más.” (2Jo 10-11)