Ao ler este artigo, você verá que a questão do Sábado não é meramente o dia de repouso bíblico (pois alguém dirá: que descanse quem quiser!), mas que há a ação do anticristo tentando confundir os incautos para desviá-los da Verdade.

Em meados do Século VII a.C., Daniel já havia profetizado a respeito de um certo sujeito profano que tomaria a lamentável atitude de mudar o dia santo (cf. Gn 2:3) que havia sido determinado pelo Criador desde o princípio:

“Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei;” (Dn 7:25a)

 

Quem proferirá palavras contra o Altíssimo?

A história aponta para o Imperador Constantino (272 d.C. – 337 d.C.). Constantino foi um imperador romano falsamente convertido ao cristianismo por interesses políticos.

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Estátua de Constantino

 

Nos primeiros três séculos da nossa era, o cristianismo foi implacavelmente perseguido pelo Império Romano. No Séc. IV, Constantino reparou que quanto mais perseguiam os cristãos, mais eles se espalhavam e cresciam, e isso não era bom para os interesses de Roma.

 

Hoje, há uma frase que diz: “se não pode vencer o inimigo, una-se a ele”. A ideia foi de se converter falsamente ao cristianismo e contar com a simpatia dos cristãos que já eram de número significativo, e ainda manipulá-los.

No curso da sua vida, Constantino convocou muitos concílios e publicou decretos mudando por conta própria as leis divinas; já que se achava o primeiro imperador cristão.

 

Concílio de Nicéia (325 d.C.)

Neste concílio realizado no território onde atualmente pertence à Turquia, foram definidas várias doutrinas antibíblicas para a Igreja Romana; uma delas foi a doutrina da Trindade.

 

Édito de Milão

Édito significa: declaração pública; proclamação; decreto; regulamento. No ano de 313 d.C. Constantino ordenou publicamente o que foi chamado Édito de Milão ou Édito da Tolerância:

“Que todos os cristãos gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de sua preferência. Assim, qualquer divindade que no céu mora ser-nos-á propícia a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não, obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos, os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-la sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou moleste”

 

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Édito de Constantino

Sob a desculpa de que o Senhor JESUS Cristo ressuscitou no dia de Domingo, Constantino promulgou mais um decreto que passou a ser conhecido como Édito de Constantino (7 de Março de 321 d.C.). O decreto em si, como podemos conferir abaixo, deixa claro o intuito de Constantino e nada tem a ver com as suas declarações verbais a favor das leis divinas. O Édito de Constantino declara:

“Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol.”  (Codex of Justinian Liber III, 12.2)

 

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Constantino mudou os tempos e a lei

A profecia de Daniel diz “cuidará em mudar os tempos” (no plural): Constantino mudou o Sábado instituído por Deus para Domingo; inventou o Natal e fez dele o dia do nascimento do Senhor; redefiniu a semana da Páscoa; e, mais tarde, pelos seus seguidores o dia dos Finados; Carnaval; Padroeira, Festa Junina, etc.
Você segue a Deus ou ao Constantino? A Igreja de Deus ou a Igreja Romana? Fundamento dos apóstolos e profetas (Ef 2:20) ou concílios humanos? Somos adoradores de Deus Vivo ou de Sol Invictus (deus sol romano)?
 
“No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.” (Tt 1:16)

“Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, 
transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo da luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.” (2Co 11:13-15)