Embora praticamente desconhecido atualmente, o mitraísmo está camuflado e ainda bem presente nos dias de hoje, bem a vista de muitas pessoas.

 

cruz

O sol atrás da cruz é objeto de adoração pagã incluído pelo imperador  pagão Constantino

Nos primeiros séculos da nossa era, o cristianismo foi terrivelmente perseguido pelo Império Romano, até que o imperador Constantino se “converteu”. Logo, Constantino legalizou o cristianismo e, sendo um homem influente, rico e poderoso, na condição de um novo “convertido” na fé, achou-se no direito de citar doutrinas e ensinamentos na igreja, mudando as leis de Deus, quase sempre por motivos políticos.

Naquela época, havia uma religião bastante popular denominada Mitraísmo. Essa religião cultuava o sol; originou-se no período helenístico (grego) e foi bastante difundida posteriormente pelos soldados romanos.

O vasto Império Romano era difícil de ser governado. Constantino imaginou o cristianismo como uma ferramenta que poderia unir o seu império, que naquela altura, começava a se fragmentar. Para unir os povos que estavam sob o domínio romano, Constantino fundou uma nova religião que “agradasse” (entenda – enganasse) a todos, misturando ensinamentos, festas e tradições de muitas outras religiões. O resultado disto foi um cristianismo corrompido, tal como profetizou Daniel:

“Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.” (Dn 7:25)

O nascimento do deus Mitra era comemorado no dia 25 de dezembro e o dia de culto semanal era domingo. Para agradar os mitraístas e conquistá-los para a recém fundada religião, Constantino tratou de mudar o dia santo da Bíblia, sábado, para domingo.

“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.” (Êx 20:8)

 

“[…] Cuidará em mudar os tempos […]” (Dn 7:25)

 

Em nenhuma parte da Bíblia afirma que o nosso Senhor JESUS nasceu no dia 25 de dezembro, entretanto, hoje, muitas pessoas comemoram a data sem saber, na verdade, o que estão fazendo. Veja: Xmas, o X da questão.

E quanto ao os santos lhe serão entregues nas mãos“, a história nos mostra que foi na Idade Média que a igreja falsa empreendeu uma grande perseguição aos que não concordavam com a sua manipulação, denominada Santa Inquisição, que durou cerca de 600 anos.

Os deuses pagãos foram substituídos por São Pedro, São João, Virgem Maria, São Paulo, etc e continuam a ser adorados pelos adeptos da igreja romana. Isso é chamado sincretismo religioso.

“A Barnabé chamavam Júpiter, e a Paulo, Mercúrio, porque era este o principal portador da palavra.” (At 14:12)
 
“O sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para junto das portas touros e grinaldas, queria sacrificar juntamente com as multidões.” (At 14:13)

 

 
“Porém, ouvindo isto, os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgando as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando: Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles” (At 14:14-15)

Os pagãos não sentindo grandes diferenças religiosas, foram facilmente abraçando o falso cristianismo, cujo interesse era de crescer em números para garantir a estabilidade nos domínios do Império Romano.

 

No Livro de Apocalipse, a tal igreja é chamada de “Babilônia, a Grande,  a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra.” (cf. Ap 17:5). Ela se tornou morada de demônios (cf. Ap 18:2); por isso ela será devastada (cf. Ap 18:21); e o Senhor ordena a todas as pessoas a se retirarem dela para não serem cúmplices em seus pecados (cf. Ap 18:4).