Missa pelos mortos

A missa pelos mortos provavelmente se originou baseada no livro apócrifo dos Macabeus. São chamados apócrifos (obscuros), vários livros que nunca fizeram parte da Bíblia judaica e rejeitados pelos evangélicos, mas incluídos na Bíblia Católica, juntamente com outros que estão sendo descobertos na atualidade.

 

No segundo livro apócrifo dos Macabeus 12:44-45, diz:

 

“Se não tivesse esperança na ressurreição dos que tinham morrido na batalha, seria coisa inútil e tola rezar pelos mortos. Mas, considerando que existe uma bela recompensa guardada para aqueles que são fiéis até a morte, então esse é um pensamento santo e piedoso. Por isso, mandou oferecer um sacrifício pelo pecado dos que tinham morrido, para que fossem libertados do pecado.”

 

Tal ensinamento não confere com os demais ensinamentos bíblicos, pois:
  •  Em Is 8:19 diz – “[…] A favor dos vivos se consultarão os mortos?”
  • em Hb 9:27 – “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”
  • e em Rm 14:12 – “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.”
    Missa pelos mortos é uma prática pagã que à luz das Escrituras, não faz nenhum sentido. Veja porque:

     

    Não há nenhum relato bíblico à respeito de realização de missa quando morreram o Senhor JESUS, os profetas ou apóstolos.

    • A intenção da missa é de rezar pelas almas que estão no purgatório, para que sejam logo purificadas e possam subir ao céu. Segundo a doutrina pagã, o purgatório é um lugar entre o céu e o inferno, próprio para purificação das almas que morreram no pecado. A Bíblia Sagrada não menciona nem uma única vez a existência de tal lugar.
    • Se o Senhor garante a salvação dos que creram (cf. Mc 16:16), fazer missa por eles seria duvidar da Palavra de JESUS.
    • Acender velas ou incensos também são práticas pagãs que contradizem os ensinamentos de Deus. No Reino de Deus ninguém precisará da luz de lâmpadas, nem mesmo da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre os salvos. Confira Ap 22:5. Logo, acender velas aos mortos é insinuar que eles estão perdidos nas trevas; daí a frase: acender velas para iluminar o caminho.
    • Preparar oferendas aos mortos, mesmo que seja apenas um ato simbólico, é antibíblico. Veja o que diz  1Co 6:13 – “Os alimentos são para o estômago, e o estômago, para os alimentos […]”, ou seja, os mortos não comem!
    • Adeptos e simpatizantes de seitas afirmam que as almas que estão perdidas procuram se comunicar com os vivos através de acontecimentos sobrenaturais, insinuando a realização de missas por elas. Tais acontecimentos não passam de manifestações de espíritos de prostituição que procuram desviar ainda mais os homens do evangelho da salvação – Confira Os 4:12.
    • Por falta de missas, os mortos jamais podem interferir no cotidiano dos vivos, muito menos assombrar os entes queridos.

 

 

“Não se achará entre ti […] nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti.” (Dt 18:10-11)

 

Missa budista

Poucos budistas sabem, mas o budismo ensina que quando uma pessoa morre, deverá subir e descer sete montes, até atingir a salvação; porém, aos pés de cada monte há um portal onde um demônio julga as obras de cada um. Para que os entes falecidos possam escapar das garras daqueles demônios, fazem missas a cada sete dias (daí a origem budista da missa do sétimo dia, posteriormente copiada pelo catolicismo), até o 49° dia (7 semanas); fazem isto porque não conhecem a promessa divina:
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8:1)

 

Veja mitologia japonesa baseada no pensamento budista:

 

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MISSA PELOS MORTOS

SENKOTSU – exumação “estilo okinawano”;

MORTE – o que a Bíblia fala sobre este assunto;

QUEM MORRE PERMANECE CONSCIENTE?;

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DIA DE FINADOS ORIENTAL – Obon matsuri

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