Isso não é cristianismo

Questione:

paganismo

Símbolo pagão

 O que a “árvore de Natal” tem a ver com o nosso Senhor JESUS Cristo?

 

Veja o que a Bíblia diz sobre a árvore ao lado:

“Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do SENHOR, teu Deus, que fizeres para ti. Nem levantarás coluna, a qual o SENHOR, teu Deus, odeia.” (Dt 16:21-22)

 

Em muitos momentos, o Antigo Testamento cita e condena culto a Aserá, Tamuz e postes-ídolos ou deuses do bosque. Todos eram deuses pagãos representados em árvores. Confira alguns versículos:
  • Dt 7:5, 12:3;
  • Jz 6:25, 6:28, 6:30;
  • 1Rs 14:23, 15:13, 18:19;
  • 2Rs 13:6, 17:10, 17:16, 18:4, 21:3, 21:7, 23:6, 23:15;
  • Jr 17:2; 44:18
  • Ez 8:14

 

Note que desde a mais remota antiguidade, a depravação ordenava a adorar a criatura em lugar do Criador. Este estudo mostrará que a “árvore de Natal” nada mais é do que versão moderna dos cultos idólatras tão combatidos nas Escrituras Sagradas.

 

Aserá (Ashrah)

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Repare nisto em meio a enfeites de “Natal”

Aserá (Ashrah) era uma falsa divindade feminina bastante comum na antiguidade. Essa falsa divindade era muitas vezes representada em árvore com cabeça humana. O SENHOR através do profeta Jeremias condenou o culto a Aserá (também chamada “rainha dos céus”), estabelecendo somente culto ao único Deus de Israel.

 

O culto a Aserá se desenvolveu em Canaã, alastrando-se por todo o Oriente até atingir o mundo todo. Tal façanha só foi possível porque, no decorrer dos séculos, o culto à essa abominável deusa foi se adaptando à cada cultura e região do planeta, e até mudando o seu nome, mantendo-se bem presente no mundo, ainda hoje, em forma bem conhecida de “árvore de Natal”.

 

Tamuz

O profeta Ezequiel viu numa visão mulheres assentadas no portão norte do Templo em Jerusalém chorando por Tamuz (Ez 8:14). MasAserá porque essas mulheres choravam?

 

Na mitologia de Canaã, Tamuz era deus da vegetação, e considerado marido de Astarote, a deusa da fertilidade. Por ocasião da morte de Tamuz, Astarote pôs-se a lamentar e convocou todos os seus seguidores que fizessem o mesmo.

 

Os seguidores desse mito consideravam a perda de folhas verdes das árvores no inverno, a morte de Tamuz, e o seu reavivamento com as chuvas da primavera seguinte, a sua ressurreição.

 

Esse culto pagão foi introduzido em Israel e pouco a pouco foi conquistando espaço até chegar nos átrios do Templo do SENHOR. Esse fato é tão alarmante quanto a presença de “árvores de Natal” nos púlpitos das igrejas hoje.

Veja: Cruz e crucifixo: qual a diferença?

 

 Postes-ídolos ou deuses do bosque

O SENHOR, nosso Deus, abomina todas as formas de idolatria. Observamos que nos Livros dos Reis e das Crônicas, vários reis levantaram postes-ídolos ou deuses do bosque (segundo a tradução JFA Atualizada e Corrigida respectivamente), e outros que vieram depois, esforçaram para extinguir a idolatria em Israel destruindo os seus lugares de culto e perseguindo os seus sacerdotes, porém, deixaram os seu altares. Por que deixaram?

 

Certamente, as pessoas daquela época diziam: Não tem nada a ver! ou: é apenas um enfeite! Pior: pela oração já foi santificado.

 

A estrela estrela

Não pense que a quase obrigatória estrela no topo da árvore é representação da estrela de Belém que anunciou o nascimento do Senhor. Conhecendo o sistema de rituais pagãos da antiguidade, logo veremos que a estrela que também fazia parte daqueles cultos foi apenas “cristianizado” mais tarde sob argumento de ser a estrela de Belém.

“Desprezaram todos os mandamentos do SENHOR, seu Deus, e fizeram para si imagens de fundição, dois bezerros; fizeram um poste ídolo, e adoraram todo o exército do céu, e serviram a Baal.” (2Rs 17:16)

 

“[…] E o vosso deus-estrela, que fizestes para vós mesmos. Por isso, vos desterrarei para além de Damasco, diz o SENHOR, cujo nome é Deus dos Exércitos.” (Am 5:26-27)

 

A “árvore de Natal” recapitula a ideia da adoração de árvore

Em inúmeros versículos bíblicos, verificamos as árvores sendo usadas para representar alguma divindade pagã. Isso indica que tal prática abominável era bastante comum naqueles tempos. Ora, não podemos encerrar este assunto achando que tais cultos bizarros eram apenas invenções de pessoas ignorantes da antiguidade, porque tais cultos continuam acontecendo ainda hoje da mesmíssima forma através da “árvore de Natal” em muitos lares e igrejas. Na verdade, atos aparentemente inocentes como de enfeitar a árvore e deixar presentes debaixo dela, e a família e os amigos se reunirem ao seu redor é herança dos antigos cultos àquelas divindades, onde os seus adoradores rodeavam esses símbolos e ofereciam hinos e oferendas.
Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23)

 

 “Os filhos de Israel fizeram contra o SENHOR, seu Deus, o que não era reto; […]. Levantaram para si colunas e postes ídolos, em todos os altos outeiros e debaixo de todas as árvores frondosas.” (2Rs 17:9 e 10)

 

Não podemos permanecer na Babilônia; ela será destruída:
“Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.” (Ap 18:4)

A igreja de Deus deve ser pura, sem mácula e irrepreensível. Quando o nosso Supremo Pastor chegar, a igreja não poderá se apresentar perante Ele contaminada de coisas que o Senhor não nos ordenou. Santifiquemos o Santo Nome de Deus, Amém!

“Também tirou da casa do Senhor o ídolo do bosque levando-o para fora de Jerusalém até ao ribeiro de Cedrom, e o queimou junto ao ribeiro de Cedrom, e o desfez em pó, […]” (2Rs 23:6)

 

“E, tendo derrubado os altares, e os bosques, e as imagens de escultura, até reduzi-los a pó, e tendo despedaçado todas as imagens do sol em toda a terra de Israel, então voltou para Jerusalém.” (2Cr 34:7)

 

Isso não é cristianismo

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Culto à Ashrah moderna em New York

“Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.” (2Co 11:3)