Educação cristã

As palavras de Paulo nas suas epístolas soam firmes e agressivas, mas engana-se quem acha que o apóstolo era um mal educado que falava o que queria, assim ‘na lata’. Na verdade, Paulo era um homem educadíssimo, sobretudo transformado pelo poder do Espírito Santo como está escrito em Isaías:“Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado.” (Is 6:6-7)

 

  • Os mal educados eram os coríntios e os cretenses. Aos coríntios, Paulo escreveu:

“E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós.” (1Co 2:3)

 

  • Mas as más línguas dos coríntios diziam:

“As cartas [de Paulo], com efeito, […] são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível.” (2Co 10:10)

 

  • Paulo deu instruções ao Tito sobre a necessidade de educar os cristãos cretenses:

“Educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2:12)

 

  • Isto, porque, a realidade dos cretenses era fora dos padrões bíblicos:

“Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância.” (Tt 1:10-11)

 

Educação cristã é educação bíblica

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (2Tm 3:16-17)

 

Recentemente, recebi um estudo de um dos nossos irmão por e-mail com um título lamentável, mas verdadeiro: Modelo humano está corrompido. Sim, é verdade. O homem moderno não conhece mais os limites para o seu próprio comportamento. Prevendo o comportamento da geração terminal, já há dois milênios, a mensagem divina nos advertia: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.” (Tt 2:11-13).

 

 “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.” (Ef 4:29)

 

Veja:

Disciplina

 

Regras sociais

Diferentes na carne e iguais em Espírito