Desmascarando a doutrina da trindade

A doutrina da Trindade divide a Deidade em três Pessoas Divinas separadas e distintas: Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo. O credo Atanasiano declara:

“Há uma pessoa que é o Pai, outra que é o Filho, e outra que é o Espírito Santo. Mas a Deidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo é uma só; a Glória é igual, a Majestade co-eterna… O Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus. E, no entanto, eles não são três Deuses, mas um só DeusPortanto, somos compelidos pela declaração cristã a reconhecer em cada pessoa ser ela Deus e Senhor, também somos proibidos pela religião católica de dizer que estes sejam três Deuses, três Senhores.”

 

Isto é obviamente uma auto-contradição. É o mesmo que dizer que um mais um mais um são três, mas que são ao mesmo tempo um. Se existem três pessoas divinas separadas e distintas e cada uma delas é Deus, então é por que há três Deuses?

 

A Trindade não foi ensinada pelo Senhor JESUS, não é encontrada em lugar algum da Bíblia (quer no Antigo, quer no Novo Testamento), era completamente estranha ao pensamento e perspectiva dos primeiros cristãos; e só veio a se introduzir na fé cristã mais para o final do quarto Século.

 

Racionalmente, o dogma da Trindade é insustentável. Ele não é apenas algo além da razão, como é também repugnante a esta. Os inventores de Trindade dizem que não é preciso entender, pois é um mistério; basta acreditar cegamente. Como disse antes, a crença nos três seres Divinos é incompatível com a unicidade de Deus. Se existem três seres distintos e separados, então devem existir três essências distintas e separadas, já que cada pessoa é inseparável de sua essência.

“Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Rm 12:1)