Déjà Vu não é espírito de profecia

Você já teve a sensação estranha de ter vivenciado certas circunstâncias em que seria impossível de ter acontecido antes?  a. dejavu

 

Isto é Déjà Vu – do termo francês: já visto. Explicando a grosso modo, há “lugares” diferentes onde a nossa memória armazena as informações:

a) memória imediata – de pouca duração que pode ser de apenas alguns segundos. Por exemplo, quando repetimos os números de um telefone, e assim que é completada a chamada, logo esquecemos;

b) memória de curto prazo – pode ser de algumas horas. Por exemplo, decoramos fórmulas matemáticas, mas depois da prova, esquecemos;

c) memória de longo prazo – quando aprendemos um idioma, por exemplo, podemos usá-lo por resto das nossas vidas.

 

dejavu 2O Déjà Vu pode ocorrer quando acontece uma falha neuroquímica no cérebro, o que não é impossível: uma informação pode ser passada para outras etapas de memórias sem passar pela memória imediata. O cérebro confunde um fato novo com outro antigo. Então vem a sensação estranha e intrigante de já ter vivido aquela situação inédita há muitos anos. O Déjà Vu é sempre acompanhado de sensação de estranheza – sinal de que o cérebro reconhece alguma anormalidade ocorrida; diferente de vítimas de transtornos que tendem a sofrer convictos com suas paranoias.

 

 

Déjà Vu não é espírito de profecia

O Déjà Vu não pode ser confundido com espírito de profecia. Não, não é Deus falando com você, nem vozes do além.

“O profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? – diz o SENHOR.” (Jr 23:28)