Constantino

Subindo a escadaria da Estação Colosseo do metrô de Roma, você deparará com uma construção colossal: o famoso Coliseu.

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Coliseu – Roma

Esta construção de quase 2000 anos em meio às avenidas movimentadas da capital italiana certamente irá prender instantaneamente a sua atenção. Mas, ignorando o Coliseu (o que é difícil) e olhando diretamente à frente, você verá o Arco de Constantino. Mas quem foi Constantino?

A seguir você verá quem foi Constantino e como ele mudou a doutrina do Senhor JESUS CRISTO, fundando uma igreja pagã.

 

Quem foi Constantino?

Flavius Valerius Constantinus (272 – 337 d.C.) foi imperador romano devoto ao deus pagão Sol Invicto; ele idealizou e introduziu várias doutrinas antibíblicas  na doutrina “cristã”. A sua falsa conversão seguida de infiltração no cristianismo trouxe grandes prejuízos ao cristianismo. A sua astúcia garantiu muitas vitórias sobre os inimigos e rendeu-lhe um arco para a sua honra, como era de costume na época.
Há pelo menos 900 anos antes do governo de Constantino, o SENHOR através do profeta Daniel já havia alertado a seu respeito:
“Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.” (Dn 7:25)

 

Um atentado contra a igreja

Quando o Império Romano tornou-se grande e forte, passou a incluir no seu sistema deuses e religiões de vários povos pagãos que dominava. O modelo babilônico foi a fonte do paganismo desses países, o que nos leva a constatar que a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico.
No decorrer dos anos, os líderes da época começaram a atribuir a si mesmos, o poder de “senhores do povo de Deus”, no lugar da Mensagem deixada pelo Senhor JESUS CRISTO e Seus discípulos. Na época da Igreja Primitiva, os verdadeiros cristãos eram perseguidos, capturados, torturados e lançados às feras do Coliseu ou de qualquer outro circo. Bastava se recusar a seguir os falsos ensinamentos e o castigo vinha sem piedade. Após muitos séculos da queda da Babilônia, pelo menos o seu sistema pagão ainda continuava imperando na antiga Roma a custa de vidas humanas.

 

No ano 323 d.C, o Imperador Constantino professou conversão ao Cristianismo; na verdade, essa, uma falsa conversão. As ordens imperiais foram espalhadas por todo o império: As perseguições deveriam cessar! Nesta época, a Igreja começou a receber grandes honrarias e poderes mundanos. Ao invés de ser separada do mundo, ela passou a ser parte ativa do sistema político que governava. Daí em diante, as misturas do paganismo com o Cristianismo foram crescendo, principalmente em Roma, dando origem ao Catolicismo Romano.

 

O Concílio de Nicéia, na Ásia Menor, presidido por Constantino era composto pelos bispos que eram nomeados pelo Imperador e por outros que eram nomeados por líderes religiosos das diversas comunidades. Tal Concílio consagrou oficialmente a designação “Católica” aplicada à Igreja organizada por Constantino: “Creio na igreja una, santa, católica e apostólica”. Poderíamos até mesmo dizer que Constantino foi seu primeiro Papa. A Igreja Católica não foi fundada pelo apóstolo Pedro e está longe de ser a Igreja primitiva da época dos Apóstolos.

 

A nova igreja que já nasceu corrompida

Por influência dos imperadores Constantino e Teodósio, o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano e começou a se corromper. Institucionalizou-se – ou será mais adequado dizer industrializou-se; surgiu o profissionalismo religioso; práticas exteriores do paganismo foram assimiladas; criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes. Toda uma estrutura teológica foi montada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal dominante, que se impunha aos fiéis com a draconiana afirmação: “Fora da Igreja não há salvação”.

 

Além disso, Constantino queria um Império unido e forte, sem dissenções. Para manter o seu domínio sobre os homens e estabelecer a ditadura religiosa, as autoridades eclesiásticas romanas deviam manter a ignorância sobre as filosofias e a Bíblia. A mesma Bíblia devia ser diferente: Devia exaltar Deus e os Patriarcas mas, também, um Deus forte, para se opor ao próprio Jeová dos Hebreus, ao Buda, aos poderosos deuses do Olímpio. Era necessário trazer a Divindade Arcaica Oriental, misturada às fábulas com as antigas histórias de Moisés, Elias, Isaías, etc, onde colocaram Jesus, não mais como Messias ou Cristo, mas, maliciosamente, colocaram Jesus parafraseado de divindade no lugar de Jezeu Cristna, a segunda pessoa da trindade arcaica do Hinduísmo.

 

Não era da tolerância pregada pelo Cristianismo que Constantino precisava, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de longo alcance, com raízes profundas no passado e uma promessa inflexível no futuro, estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos.
Quando Constantino morreu, em 337, foi enterrado na consideração de que ele se tornara um décimo terceiro Apóstolo, e na iconografia eclesiástica, veio a ser representado recebendo a coroa das mãos de Deus.

 

Padre declara que as festas católicas foram copiadas do paganismo e acha isso normal