Colomba pascal

pomba

Você sabe o que é “colomba”?

Você já comeu uma “colomba pascal”?

Por acaso, você sabe o que é uma “colomba”?

Procurei a palavra “colomba” em dicionários. Veja o resultado das consultas:

  • Aurélio: – não há registros;
  • Michaelis: – nenhuma palavra encontrada;
  • Priberam: – palavra não encontrada;
  • Wikipedia: – nome de um município guatemalteco.

Bem, parece que a palavra em questão não faz parte da nossa língua. Deve ser uma palavra estrangeira. Porém não vamos desistir, afinal, sempre é bom saber o que estamos pondo no nosso estômago!

 

Procurando no dicionário etimológico (origem das palavras), finalmente achei uma resposta satisfatória:

Columbia ou Colômbia – deriva de Colombo, o navegador e descobridor da América, cujo significado é “pomba” em Latim.

 

Então, assim fica explicado porque o pão doce, que forçado pela indústria e comércio se tornou tradição de páscoa, tem formato tão estranho. Mas o que a pomba tem a ver com a Páscoa do Senhor?

 

Dizem que a pomba é um símbolo associado ao Espírito Santo, porém, isso não é confirmado na Palavra de Deus. Veremos os pormenores mais abaixo.

 

Se você leu o estudo A Ceia do Senhor, deve ter compreendido que durante a festa sagrada de Páscoa, o SENHOR ordenara o seu povo a abster-se de todo tipo de fermento, portanto o pão era asmo (ou seja, simples, puro, sem fermento); por isso, certamente, o açúcar, as frutas cristalizadas ou aromatizantes, não poderiam ser adicionados no preparo do pão. Então, o que podemos dizer é que a “colomba pascal” nada mais é do que uma tradição inventada pelos homens com interesses comerciais, e assim como ovos de chocolate, panetone e outros, não podem agradar a Deus, senão o estômago dos homens (Fp 3:17-21).

 

 

Atenção

O intuito desta postagem não é de proibir o consumo de alimentos aqui mencionados, mas de alertar os nossos irmãos o quão facilmente o homem é influenciado pela propaganda secular. 

 

 

Leia a Bíblia: O Espírito Santo não é pomba

O Espírito Santo não é pomba, por isso, não pode ser assim representado. Observe atentamente nos versículos abaixo o que os apóstolos registraram nos evangelhos:
“[…] e viu o Espírito de Deus descendo como pomba” (Mt 3:16);

 

“E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba” (Lc 3:22);

 

A conjunção “como” é um termo comparativo que significa “do mesmo modo que”; ou “à semelhança de” – por isso, é erro grosseiro toda e qualquer tentativa de representar o que é Divino em imagens de pombas ou outra coisa qualquer.
“Guardai, pois, cuidadosamente […] para que não vos corrompais e vos façais alguma imagem esculpida […] semelhança de algum volátil que voa pelos céus” (Dt 4:15-17)

 

“E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.” (Rm 1:23)

 

Alguns cristãos combatem a idolatria católica, enquanto que eles mesmos enfeitam os vitrais e logotipos de suas denominações com figuras de pombas. Para esses, crucifixos é idolatria, assim como imagens de deuses ou santos, mas pombas não. Isso é irônico! E não é difícil de ouvirmos explicações como: Ah! Mas não é para adorar, é só simbólico!
“Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.” (Êx 20:4)

 

Nada há de errado nos evangelhos

Nada há de errado nos registros dos apóstolos nos evangelhos. O erro está na interpretação da mensagem. Por exemplo, está escrito na Bíblia que o dia do Senhor virá como ladrão de noite (cf. 1Ts 5:2). A mensagem é clara e ela não diz que o dia do Senhor é, e sim,como. Assim, o Versículo nos informa que o dia do Senhor virá quando muitos estiverem despreocupados. A figura ao lado, jamais pode representar o conteúdo da mensagem, e certamente, seria um grande absurdo estar nos vitrais das igrejas.

A tendência idólatra induz o homem a erros

A Bíblia, do início ao fim,  afirma que Deus é único. O homem, ao imaginar e ilustrar o Senhor Deus em forma física, acaba criando doutrinas para tentar explicar o que na realidade não existe, nunca existiu e jamais existirá.

 

Não se enumera o que/quem é único

Quando vemos um concursante, atleta ou carro de competição enumerado, automaticamente relacionamos que existem outros. Os leigos fizeram algo parecido para interpretar o batismo de Jesus Cristo, dizendo haver a primeira, a segunda e a terceira pessoa da trindade; coisa essa que nunca foi referida nas Escrituras. Deus é único e Ele é onipresente.