Símbolos

Para a Copa do Mundo em 2002 realizada na Coréia e no Japão, a FIFA havia preparado lançamento de um modelo de bola oficial com a bandeira de todos os países participantes da competição estampadas para homenageá-los. Parecia uma boa ideia de marketing, porém, fracassou porque a Arábia Saudita protestou contra a inclusão da sua bandeira.

A bandeira saudita, assim como de alguns outros países islâmicos como Afeganistão, traz inscrita uma frase de declaração de fé considerada sagrada, por isso, se torna totalmente impróprio imprimi-la em camisetas, toalhas, ou quaisquer outros objetos, muito menos numa bola para ser chutada. 

Segundo a constituição destes países, é também considerado inadmissível  por as suas bandeiras em meio-mastro, como é posto normalmente, em sinal de luto.

 

 

Vivemos num mundo onde símbolos são banalizados

Certa vez, enquanto eu aguardava para ser atendido num hotel no interior de São Paulo, observei na parede da recepção, uma imagem que estava se soltando da cruz. A solução encontrada pelo dono da imagem foi enrolar a cruz e a imagem com fitas adesivas – como se dizendo: não saia daqui!

Outra situação vi numa loja de R$ 1,99: Muitas imagens religiosas estavam amontoadas na parte mais baixa da prateleira da loja compartilhando com escovas sanitárias. Não sou idólatra, mas tais atitudes me incomodam.

 

“Todos os artífices de imagens de escultura são nada,

e as suas coisas preferidas são de nenhum préstimo;

eles mesmo são testemunhas de que elas nada vêem,

nem entendem, para que eles seja confundidos.” (Is 44:9) 

 

Vivemos num mundo em que bandeiras e outros símbolos nacionais, patrimônios públicos, fotos, bons costumes, entre outras coisas, são literalmente banalizados juntamente com as coisas sagradas.

Devemos zelar pelas coisas do Senhor. Por melhor que sejam as intenções, não apoio, por exemplo, a fabricação de camisetas com palavras de Deus. Pense: Qual será o fim da camiseta? Pano de chão?